
5 de ago. de 2010
4 de ago. de 2010
DISPUTA POLÍTICA: frango é arrematado por 1 mil reais em leilão no Piaui

Um fato inunsitado ocorreu neste final de semana na cidade de Itaueira Piaui, cidade natal do cantor Frank Aguiar, onde está sendo realizado o festejo em homenagem a Bom Jesus.
Após o final da missa na matriz da cidade, houve o leilão de diversos brindes em prol da Paróquia de Itaueira. Por conta da disputa entre vários políticos presentes à festa, o preço das jóias estava bem superior ao normal.
A última jóia do leilão, um frango assado, foi arrematado por um preço superior a R$ 1.100,00 (mil e cem reais). É que os políticos foram oferecendo lances que correspondiam a números de candidatos às próximas eleições. O que pretendiam era que o leiloeiro gritasse alto seus número, deixando evidente a disputa política em pleno festejo religioso. Esse é o nosso Brasil.
Após o final da missa na matriz da cidade, houve o leilão de diversos brindes em prol da Paróquia de Itaueira. Por conta da disputa entre vários políticos presentes à festa, o preço das jóias estava bem superior ao normal.
A última jóia do leilão, um frango assado, foi arrematado por um preço superior a R$ 1.100,00 (mil e cem reais). É que os políticos foram oferecendo lances que correspondiam a números de candidatos às próximas eleições. O que pretendiam era que o leiloeiro gritasse alto seus número, deixando evidente a disputa política em pleno festejo religioso. Esse é o nosso Brasil.
EX-EMPRESÁRIO IMPERATRIZENSE RECEBERÁ INDENIZAÇÃO MILIONÁRIA
A juíza Maria Aldecy de Souza Pissolati, titular da 3ª Vara Cível (Privativa da Fazenda Pública), condenou o Hospital Celina Gonçalves, representado na ação pelo empresário Demétrius Ribeiro, a pagar ao ex-acionista da extinta sociedade, Marlon Lopes Pidde, cerca de R$ 3,5 milhões a título de ressarcimento de valor integralizado pelo autor em 1983, perdas e danos, e dividendos ou lucros adquiridos. A conta ultrapassa a R$ 4 milhões, em razão da fixação dos honorários em 20% mais custas processuais.
Há cinco anos, Marlon Pidde propôs ação ordinária de cobrança cumulada com perdas e danos em desfavor de Hospital Celina Gonçalves S/A e do Estado, em litisconsórcio passivo, ao tomar conhecimento que a referida sociedade estava sendo objeto de desapropriação por utilidade pública. Alegou ser sócio fundador desde 1983, tendo direito a 5,88% dos R$ 13.708.387,54 da desapropriação, e que não lhe foram pagos.
Na análise da documentação da sociedade, perita nomeada pela 3ª Vara Cível observou que em 17.01.2004 a D. N. Participações Ltda., representada por Demétrius Fernandes Ribeiro e sua esposa Naila Uthman Ribeiro, entraram no negócio, o primeiro como presidente, não constando em ata de Assembléia Geral Extraordinária o valor integralizado ou subscrito da referida empresa.
Em 02.04.04, conforme Ata de Assembléia Geral ordinária o capital aumentou através da integralização de 2.200.000 ações ordinárias nominativas pela D. N. Participações Ltda., sendo doadas 60.000 ações para meia dúzia de beneficiários, não constando entre esses o nome de Marlon Pidde.
A perícia verificou que a indenização paga pelo Estado (R$ 13.708.387,54), foi usada “apenas para efetuar pagamentos na sua maioria com a empresa D N participações Ltda., e seus representantes, e aquisição de terrenos no valor de R$ 800 mil do proprietário Osvaldo dos Reis Mutran, entre outros”. Para a juíza Aldecy Pissolatti, a dilapidação do patrimônio da sociedade aconteceu sem a necessária prestação de contas.
“O valor da desapropriação não aproveitou a sociedade, considerando que pela demonstração financeira o patrimônio (...) hoje é quase zero. Nem tampouco apresentou em juízo a demonstração financeira da referida sociedade que diz chamar-se agora Universidade de Marabá S/A, conforme alteração em Assembléia Geral Extraordinária realizada em 20.05.2005”, diz a fundamentação da sentença.
Na avaliação de uma fonte que de longa data acompanha esses negócios, a condenação da sociedade Hospital Celina Gonçalves em R$ 3,5 milhões a título de ressarcimento de perdas e danos ao acionista Marlon Pidde pode desencadear uma torrente de ações assemelhadas a partir de outros supostos sócios supostamente lesados na partilha da desapropriação milionária.
O outro lado
Ouvido quarta-feira por telefone, o empresário Demetrius Ribeiro disse não ter sido ainda notificado e garantiu que vai recorrer da decisão judicial: “Primeiro, não houve dissolução da sociedade anônima Hospital Celina Gonçalves S/A, oportunidade em que os acionistas seriam convocados todos para apuração de perdas e danos e divisão proporcional do remanescente. No caso, a D. N. Participações Ltda. Limitou-se a vender o ativo representado pelo hospital, sem liquidação da empresa”.
Para Demétrius Ribeiro, Marlon Pidde jamais foi integrante da sociedade de capitais. “Supostamente ele participou de uma assembléia na qual manifestou interesse em adquirir ações prometendo dar uma entrada e o restante em notas promissórias, o que foi registrado em ata. Deu-se, então, que foi feito um recibo para ser entregue a ele na secretaria, mediante pagamento das cotas, o que jamais aconteceu. Sem pagamento, não há participação”.
À época, a crise já rondava a sociedade e o interesse de Marlon Pidde gerou a expectativa do ingresso de novos ativos. Como isso não aconteceu, o hospital acabou sofrendo novos prejuízos com o aumento de suas dívidas. “Para se ter uma idéia, o débito do Celina Gonçalves é hoje de R$ 5,7 milhões à Receita Federal”, argumenta.
Segundo Ribeiro, Pidde teve acesso à cópia da ata e tentou registrá-la em cartório para comprovar a emissão das ações em seu nome. Quando, porém, o cartório exigiu-lhe comprovantes do pagamento do acordo, Pidde desistiu por não possuí-los. “Quem juntou o recibo entre os documentos apresentados na defesa judicial fomos nós, não o sr. Pidde, porque esse recibo jamais lhe foi entregue em vista do não pagamento das ações que ele diz ter adquirido”, assegura.
Há cinco anos, Marlon Pidde propôs ação ordinária de cobrança cumulada com perdas e danos em desfavor de Hospital Celina Gonçalves S/A e do Estado, em litisconsórcio passivo, ao tomar conhecimento que a referida sociedade estava sendo objeto de desapropriação por utilidade pública. Alegou ser sócio fundador desde 1983, tendo direito a 5,88% dos R$ 13.708.387,54 da desapropriação, e que não lhe foram pagos.
Na análise da documentação da sociedade, perita nomeada pela 3ª Vara Cível observou que em 17.01.2004 a D. N. Participações Ltda., representada por Demétrius Fernandes Ribeiro e sua esposa Naila Uthman Ribeiro, entraram no negócio, o primeiro como presidente, não constando em ata de Assembléia Geral Extraordinária o valor integralizado ou subscrito da referida empresa.
Em 02.04.04, conforme Ata de Assembléia Geral ordinária o capital aumentou através da integralização de 2.200.000 ações ordinárias nominativas pela D. N. Participações Ltda., sendo doadas 60.000 ações para meia dúzia de beneficiários, não constando entre esses o nome de Marlon Pidde.
A perícia verificou que a indenização paga pelo Estado (R$ 13.708.387,54), foi usada “apenas para efetuar pagamentos na sua maioria com a empresa D N participações Ltda., e seus representantes, e aquisição de terrenos no valor de R$ 800 mil do proprietário Osvaldo dos Reis Mutran, entre outros”. Para a juíza Aldecy Pissolatti, a dilapidação do patrimônio da sociedade aconteceu sem a necessária prestação de contas.
“O valor da desapropriação não aproveitou a sociedade, considerando que pela demonstração financeira o patrimônio (...) hoje é quase zero. Nem tampouco apresentou em juízo a demonstração financeira da referida sociedade que diz chamar-se agora Universidade de Marabá S/A, conforme alteração em Assembléia Geral Extraordinária realizada em 20.05.2005”, diz a fundamentação da sentença.
Na avaliação de uma fonte que de longa data acompanha esses negócios, a condenação da sociedade Hospital Celina Gonçalves em R$ 3,5 milhões a título de ressarcimento de perdas e danos ao acionista Marlon Pidde pode desencadear uma torrente de ações assemelhadas a partir de outros supostos sócios supostamente lesados na partilha da desapropriação milionária.
O outro lado
Ouvido quarta-feira por telefone, o empresário Demetrius Ribeiro disse não ter sido ainda notificado e garantiu que vai recorrer da decisão judicial: “Primeiro, não houve dissolução da sociedade anônima Hospital Celina Gonçalves S/A, oportunidade em que os acionistas seriam convocados todos para apuração de perdas e danos e divisão proporcional do remanescente. No caso, a D. N. Participações Ltda. Limitou-se a vender o ativo representado pelo hospital, sem liquidação da empresa”.
Para Demétrius Ribeiro, Marlon Pidde jamais foi integrante da sociedade de capitais. “Supostamente ele participou de uma assembléia na qual manifestou interesse em adquirir ações prometendo dar uma entrada e o restante em notas promissórias, o que foi registrado em ata. Deu-se, então, que foi feito um recibo para ser entregue a ele na secretaria, mediante pagamento das cotas, o que jamais aconteceu. Sem pagamento, não há participação”.
À época, a crise já rondava a sociedade e o interesse de Marlon Pidde gerou a expectativa do ingresso de novos ativos. Como isso não aconteceu, o hospital acabou sofrendo novos prejuízos com o aumento de suas dívidas. “Para se ter uma idéia, o débito do Celina Gonçalves é hoje de R$ 5,7 milhões à Receita Federal”, argumenta.
Segundo Ribeiro, Pidde teve acesso à cópia da ata e tentou registrá-la em cartório para comprovar a emissão das ações em seu nome. Quando, porém, o cartório exigiu-lhe comprovantes do pagamento do acordo, Pidde desistiu por não possuí-los. “Quem juntou o recibo entre os documentos apresentados na defesa judicial fomos nós, não o sr. Pidde, porque esse recibo jamais lhe foi entregue em vista do não pagamento das ações que ele diz ter adquirido”, assegura.
Fonte: blog quaradouro
IRÃ AFIRMA QUE LULA DESCONHECE O CASO DE CONDENADA A APEDREJAMENTO

O porta-voz do Ministério de Assuntos Exteriores do Irã, Ramin Mehmanparast, afirmou nesta terça-feira que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva ofereceu asilo político a Sakineh Mohammadi, acusada a adultério e condenada ao apedrejamento, pois "desconhece seu caso".
Mehmanparast fez esta declaração durante sua habitual entrevista coletiva semanal realizada na sede ministerial no sul de Teerã.
"Pelo conhecimento que tenho do senhor Lula da Silva, sei que é uma pessoa humana e carinhosa, mas possivelmente não recebeu informações suficientes sobre o caso (de Sakineh Mohammadi)", disse Mehmanparast.
Resposta
O alto funcionário do Ministério de Assuntos Exteriores do Irã respondeu desta forma a uma pergunta sobre a postura do Irã respeito das recentes declarações de Lula sobre a disposição brasileira de dar asilo político a Sakineh Mohammadi.
"O que podemos fazer é colocar Lula a par do caso", afirmou Mehmanparast ao acrescentar que "o delito de Mohammadi é óbvio, baseado em documentos".
Sakineh Mohammadi Ashtiani, natural do Azerbaijão, de 43 anos e mãe de dois filhos, é acusada de adultério por um tribunal iraniano, acusação rejeitada por ela e por sua família.
Um tribunal iraniano condenou Sakineh em 2007 a ser apedrejada, mas a sentença ainda não foi aplicada devido às pressões internacionais.
As autoridades judiciais do Governo de Teerã, que também acusam Sakaneh pelo assassinato de seu marido, anunciaram em julho que a sentença não será aplicada por enquanto, mas acrescentaram que segue em vigor.
As informações são da agência EFE
Mehmanparast fez esta declaração durante sua habitual entrevista coletiva semanal realizada na sede ministerial no sul de Teerã.
"Pelo conhecimento que tenho do senhor Lula da Silva, sei que é uma pessoa humana e carinhosa, mas possivelmente não recebeu informações suficientes sobre o caso (de Sakineh Mohammadi)", disse Mehmanparast.
Resposta
O alto funcionário do Ministério de Assuntos Exteriores do Irã respondeu desta forma a uma pergunta sobre a postura do Irã respeito das recentes declarações de Lula sobre a disposição brasileira de dar asilo político a Sakineh Mohammadi.
"O que podemos fazer é colocar Lula a par do caso", afirmou Mehmanparast ao acrescentar que "o delito de Mohammadi é óbvio, baseado em documentos".
Sakineh Mohammadi Ashtiani, natural do Azerbaijão, de 43 anos e mãe de dois filhos, é acusada de adultério por um tribunal iraniano, acusação rejeitada por ela e por sua família.
Um tribunal iraniano condenou Sakineh em 2007 a ser apedrejada, mas a sentença ainda não foi aplicada devido às pressões internacionais.
As autoridades judiciais do Governo de Teerã, que também acusam Sakaneh pelo assassinato de seu marido, anunciaram em julho que a sentença não será aplicada por enquanto, mas acrescentaram que segue em vigor.
As informações são da agência EFE
3 de ago. de 2010
REI MORTO, REI POSTO?

É... essa máxima apesar de tão antiga e surrada continua tão forte nos dias atuais e pelo andar da carruagem continuará por muito tempo. 30 dias após as convenções, até agora os aliados do Ex-Governador não botaram a sua companha nas ruas de Imperatriz , Roseana já a muito tempo com seu batalhão de seguidores (cabos eleitorais, carros de som, cartazes...) estão nas ruas e os aliados de Jackson sumiram todos? assim será muito dificil Jackson ir para o 2º turno, se no seu maior reduto eleitoral está assim.
2 de ago. de 2010
POR UM NOVO LOGO PARA A COPA DE 2014

Alexandre Wollner, um dos mais respeitados designers brasileiros, disse em entrevista que a marca da Copa de 2014 é uma porcaria, parece alguém com vergonha, e o processo para sua escolha foi antiético. A ADG, a Associação dos Designers Gráficos, foi consultada pela FIFA, mas foi excluída de conduzir um concurso entre designers, o que gerou protestos.
Em post sobre o assunto no blog do Luis Nassif, uma boa idéia surgiu para materializar os protestos e tentar uma solução honrosa, ética e progressista para salvar algo que começa errado: um concurso entre designers brasileiros para uma marca open source. Um modelo paralelo ao oficial, em protesto ao modelo adotado, que valorize nossas nossas referências e dignifique o design brasileiro.
Estou certo que entidades como a ADG e a parte mais consciente da sociedade brasileira abraçará a idéia. Fora o centralismo venal de Ricardo Teixeira! Viva a arte, o futebol, o design e os valores brasileiros!
Em post sobre o assunto no blog do Luis Nassif, uma boa idéia surgiu para materializar os protestos e tentar uma solução honrosa, ética e progressista para salvar algo que começa errado: um concurso entre designers brasileiros para uma marca open source. Um modelo paralelo ao oficial, em protesto ao modelo adotado, que valorize nossas nossas referências e dignifique o design brasileiro.
Estou certo que entidades como a ADG e a parte mais consciente da sociedade brasileira abraçará a idéia. Fora o centralismo venal de Ricardo Teixeira! Viva a arte, o futebol, o design e os valores brasileiros!
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